quinta-feira, 31 de julho de 2014

Pensando sobre perdão


Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos nossos devedores.
Mateus 6:12

Às vezes eu tenho a noção de como levamos essa coisa toda de "perdoar" muito pouco a sério. Pedimos "perdão" todos os dias, "perdoamos" frequentemente, mas acho que só temos a real noção do que é perdoar quando isso fica difícil. Melhor: quando percebemos que desculpar é fácil, mas o perdão... a meu amigo, o perdão sempre será difícil. Desculpe te falar isso, mas é verdade. É claro que existem pessoas mais rancorosas que outras, mas nunca será fácil. Enquanto eu pensava sobre o assunto tentei associar a alguém batendo num carro (não que essa metáfora seja boa ok?). Imagine só, alguém joga uma bola de futebol no seu carro e por isso ele afunda um pouco. Dependendo do "amassado" vai ser bem fácil resolver o problema. Mas e se for uma pedra bem grande arremessada com força? O prejuízo vai ser bem grande e vai ser bem difícil deixar o carro da mesma forma.


Perdoar não é fácil. Repito. Primeiro que para que algo ou alguém precise ser perdoado é por que não se trata de um pisão no pé e geralmente isso te deixa uma marca e muda você. Talvez você não seja a mesma pessoa e nem enxergue as coisas da mesma forma. Talvez isso determine quem você é hoje em dia. Daí podemos perceber que precisamos perdoar não somente o ato em si, mas a repercussão que aquilo teve em você e às vezes a coisa é grandiosa.

Outra grande questão do perdão é que você nunca vai esquecer. Sei que algumas pessoas dizem que perdoar é esquecer, mas eu discordo. Às vezes não esquecemos eventos bobos das nossas vidas, quanto mais alguma coisa que para nós foi grave. Então não. Não acho que perdoar significa que você nunca mais vai lembrar daquilo que te machucou, até por que sua história não vai mudar. Já disse: se precisa de perdão é por que é algo sério e relevante, senão a gente resolvia fácil. Ainda que você perdoe, aquela lembrança vai permanecer em você. A diferença é que ela não tem mais o mesmo efeito e poder sobre você do que tinha antes.

O problema da ausência de perdão é que enquanto você não fizer isso o prejudicado é você, principalmente quando a outra pessoa sequer sabe que aquele "pedregulho" que ela jogou no seu "carro" fez um buraco enorme e você não vê jeito de consertar. A questão é que o carro é nosso e o prejuízo de não consertar é nosso também. E algumas pessoas realmente subestimam esses efeitos da ausência de perdão, achando que quem não perdoa não sente nada além de sofrer com o que aconteceu. Mas se você já experimentou a sensação de guardar mágoa de alguém vai entender o que eu quero dizer quando afirmo que a gente sofre se não perdoa. Em algum momento aquela mágoa, raiva ou rancor vai te consumir e quando você se der conta isso já interferiu em todos os outros cantos saudáveis da sua vida.

Aí você lê isso e pensa: perdoar é impossível. Eu acredito que sempre será difícil e em alguns casos, tendo em vista nossa natureza humana, egoísta e pouco amável, para nós seria mesmo impossível. Por isso também acredito que só pedindo a Deus que nos ajude é que seremos capazes de perdoar e quando isso acontecer o maior benefício será nosso. Perdoar significa liberdade também. E para mim, como cristã, embora eu tenha essa dificuldade comum de perdoar, lembrar que Deus me perdoou e me ama é o maior motivo e exemplo que eu posso ter e esse perdão já me deu o melhor presente que eu poderia ganhar. E como já dizia a Daniela Araújo, Deus é "chave para toda a liberdade".

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Meus vícios atuais

Olá pessoas! Hoje vim aqui falar um pouco sobre as coisinhas que têm tomado meu tempo! Tudo bem que com minha nova rotina não consigo dedicar o tempo que gostaria aos meu "vícios saudáveis", mas isso não foi o suficiente para que eu não ficasse fissurada nessas belezuras:

Créditos: Reading Is My Hustle
1. Sherlock Holmes: eu sempre gostei do Sherlock. Sempre. Já tinha visto seriados e filmes. O ápice foi quando assisti "Sherlock" com o gênio Benedict Cumberbatch (Robert e Jonny, não fiquem com ciúmes tá? Eu também amo vocês como o detetive mais lindo de todos os tempo!). O problema é quando você lê os livros e percebe que o personagem é mil vezes mais perfeito e brilhante do que você imagina! Li um livro e já quero os outros para a vida! Em função desse meu novo vício, além das horas de leitura, ainda fico procurando coisas sobre o Sherlock na internet. É.


2. Maze Runner: eu não dava nada pela história. Já tinha visto o pôster do filme, já tinha visto o trailer, mas fiquei tipo: "já cansei de Jogos Vorazes!". Maaaaaaaaas, como eu sou uma pessoa que preciso ler todos os livros que baseiam filmes, eu tive que ler Maze Runner também. Pronto. Viciei. Não vou falar muito por que quero fazer a resenha, mas fiquei o mês inteiro procurando coisas sobre o filme e sobre a série! 


3. Arrow: o Mateus estava há séculos pedindo para que a gente começasse a assistir a série, mas toda vez que via o trailer achava que era mais uma tentativa falha de trazer um herói para a telinha. Para mim seria uma série policial com o nome do Arqueiro Verde. E só. Sem falar que o seriado é da DC Comics, o que me deixou com mais pé atrás, já que costumo me decepcionar com a DC. O problema é que agora tem a série do Flash e já estão gravando o filme da Liga da Justiça então não vi outro jeito e finalmente assisti o piloto. E aí do episódio para a segunda temporada foi um pulo: eu e Mateus ficamos um fim de semana inteiro assistindo episódios atrás de episódios e só paramos por que precisamos trabalhar, rs. É nesse nível minha gente. O seriado é bom demais! Por favor, assistam!





4. Bo$$, do Fifth Harmony e Fancy, da Iggy Azzalea: esse vício diz muito sobre mim. Primeiro, meu gosto musical não é homogêneo. Com exceção de alguns estilos musicais, eu escuto quase tudo (embora o rock seja meu preferido). Segundo, sempre me vicio numa música algumas vezes depois de escutá-la. Escuto uma vez e não acho tão legal, na segunda já presto atenção e na terceira vez estou com o modo "repetir" à toda. Foi assim com Bo$$ e Fancy. Não costumo me viciar em músicas desse estilo e só gostei mesmo depois que algumas vezes. A questão é que agora escuto essas músicas umas mil vezes por dia, sem falar dos clipes! E que clipes! Em "Bo$$" o grupo do X Factor está completamente diferente (e mais profissional também). E gente, o que é o clipe de Fancy, baseado no filme "As patricinhas de Beverly Hills"? Eu falo "baseado", mas é um pouco eufêmico, por que eles reproduziram algumas cenas perfeitamente. Enfim, eu e meu gosto musical que nem eu entendo!

É isso galera! O que seria das nossas vidas sem nossos vícios saudáveis né? Agora cês me dão licença por que eu tenho minhas obrigações de "fangirl" para cumprir, tipo procurar mais coisas sobre Arrow, Sherlock ou Maze Runner... Beijos, me liguem!

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Estamos de casa nova!

Créditos: FSU
Depois de mais de um mês de muito trabalho, erros, códigos, tutoriais e "começa tudo de novo" estou muito feliz em vir contar para vocês que estamos de casa nova: O Céu da Lua. Embora o meu blog não seja famoso ou tenha muitas visitas eu senti que foi algo tão importante para mim que decidi comprar um domínio! Por algum motivo não consegui o domínio primaveravintage.com.br e decidi escolher esse nome já que aqui compartilho um pouco da minha vida, do meu céu que fica a cada dia mais estrelado graças à blogosfera que me acrescenta tanto! Vou sentir falta do Primavera, mas vejo como uma nova fase minha, por tudo aquilo que quem acompanha o blog já sabe, e uma nova fase do blog também por que a mudança não será apenas visual, mas de conteúdo também e acho que a mais importante é a nova tag "devocionais", que são reflexões baseadas em textos bíblicos. 

Espero que vocês tenham gostado do novo layout. Olha, deu trabalho viu? Perdi a conta de quantas vezes deu errado e de quantas vezes precisei começar do zero! Li um monte de tutoriais, assisti vídeos, tentei aprender html e apanhei muito desses códigos! O layout não está exatamente como eu quero, mas estava ansiosa demais para colocar logo essa "mudança" no ar que não esperei! De qualquer forma espero que vocês tenham gostado! Enfim, sejam bem-vindos ao meu novo cantinho :)

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Das liberdades necessárias


Ela não sabia como, mas tinha certeza de que tudo aquilo tinha chegado ao fim. Um fim inevitável. O fim de sua paciência e expetativa sobre qualquer mudança. Sabia que nunca mais esperaria deles mais do que a rejeição de que era comum. Engraçado como essas coisas acontecem, era o que pensava. Já tinha se machucado tão mais pelas palavras sem cuidado que eles jogavam em cima dela e por muitas vezes elas eram tão mais pesadas e cortantes do que fora naquele dia de inverno. Apesar disso, da "pequena" gravidade do que fizeram, sabia que, o que quer que prendesse sua vida àquela expectativa doentia tinha a deixado. A própria expectativa havia desaparecido. A única coisa que enxergava agora naquelas pessoas era impessoalidade, por mais que a natureza quisesse ou devesse dizer o contrário. Riu de si mesma por esperar muito além. Riu deles e da visão que deles tinha sem aquela venda mágica que a acompanhava. Incrível como era diferente. Não enxergava as coisas da mesma forma e isso a tornava livre. Livre para ser quem quisesse por que sabia como aquela expectativa determina também quem era ela. Junto com a expectativa vinha o medo de decepcionar e pior: da posterior rejeição. Mas isso também não existia mais. E quem fosse amá-lá, que a amasse daquele jeito mesmo. 

sexta-feira, 18 de julho de 2014

As poças de que necessito

Créditos: cenário-vintage

Observem as aves do céu: não semeiam nem colhem 
nem armazenam em celeiros; 
contudo, o Pai celestial as alimenta.
Não têm vocês muito mais valor do que elas?
(Mateus 6:26)

Hoje de manhã, enquanto estava descendo a rua lá de casa, vi um passarinho, um bem-te-vi, bebendo de uma poça de água bem no cantinho da rua. Provavelmente alguém lavou a garagem e por causa das ondulação da rua aquela poço acabou se formando. E lá estava o bem-te-vi, saciando sua sede. Eu nunca tinha parado para pensar em como um pássaro sobrevive, onde ele consegue alimento ou água, por que, no fim das contas, eles também precisam desses elementos para sobreviver, assim como eu. E no entanto lá está a Bíblia me falando que o sustento daquele bem-te-vi vem de Deus. 

É engraçado como podemos ler e reler algum versículo da Bíblia, mas nunca parar para pensar no que aquele pequeno texto quer dizer. Eu nunca tinha pensado, mas ver aquela cena tão simples me fez entender. Ainda mais para uma pessoa ansiosa e preocupada como eu, esse é um grande conforto. No meio de uma vida agitada e corrida e num mundo em que queremos cada vez mais, saber que Deus provêm poças de águas para passarinhos é libertador (pode ser bobeira, mas não é!). Isso por que a Bíblia diz que eu e você temos mais valor do que aquele bem-te-vi. Eu preciso de muitas coisas sem as quais eu não vivo, mas eu tenho que saber que Deus vai prover, do jeito dele, cada uma delas. E ao contrário do que muitos pensam, as "demais coisas que nos serão acrescentadas" (Mateus 6:33) não tem nada a ver com riqueza, mas significa que sempre seremos prósperos e que o necessário nunca faltará. Já ouvi muitas histórias de pessoas que achavam não ter o que comer, quando, coincidentemente, alguém aparece com um monte de compras, assim, do nada.

O problema é que não confiamos ou então achamos que aquela "poça de água" que o Senhor nos deu é muito inferior àquela que realmente merecemos ou precisamos. Nunca ficamos satisfeitos e o mundo nos diz que o somente "necessário" não é bom. Eu tenho que ser sincera. No fundo penso todas essas coisas, mas a cada dia Deus tem me ensinado e lembrado que eu posso ficar com o coração tranquilo que no fim do dia aquela "poçinha" que eu tanto preciso vai estar lá me esperando e que aquilo é suficiente, até por que Ele sabe o que é melhor para mim (às vezes a escassez é o melhor) e meus pensamentos são bem diferentes dos dEle. Deus provém inclusive a calma de que eu necessito e, às vezes, isso significa tão somente assistir a um bem-te-vi bebendo água.


terça-feira, 15 de julho de 2014

A paz que aparece no meio do caos


Às vezes eu tenho vontade de fugir desse turbilhão que se chama cidade grande. Quando eu saio no Centro, no meio daqueles gritos, buzinas e empurrões de pessoas que querem passar, me vem uma vontade maluca de pegar o primeiro ônibus para casa, fazer as malas e ir começar tudo de novo numa cidade do interior. Lá as pessoas possivelmente são mais educadas, os engarrafamentos devem acontecer de vez em quando por que uma manada de bois está atravessando a estrada e o Centro da cidade fica lotado em época de festa junina, por que todas as pessoas da cidade vão para aquela pracinha que fica em frente à igreja da cidade. Tudo muito diferente do que é viver nessa selva de pedra. E a única coisa que eu penso é em como eu gostaria de paz. Foi assim que eu estava ontem. Desesperada por um pouco de calmaria e silêncio. Foi aí que no meio daquela confusão uma borboleta passa bem na minha frente, espantando todos aqueles pensamentos acelerados e gritantes. Uma borboleta amarela no meio da minha selva de pedra e foi o suficiente para acalmar a selva de pedra, caótica e barulhenta, que existe aqui dentro. No meio do caos a gente sempre pode encontrar a simplicidade e parar. Sempre que me sinto sem forças e sobrecarregada pelo dia-a-dia exaustivo, Deus sempre me manda lembretes de que ele também está no meio daqueles carros e da multidão, me sustentando e que sempre que eu quiser posso encontrar a paz que só ele pode dar e isso não depende de onde eu estou, mas a quem eu entrego meu coração. Eu esqueço disso às vezes e presto mais atenção à confusão ao redor, mas eu não preciso viajar para encontrar aquela paz que eu tanto desejo. Ela começa aqui dentro. 

quinta-feira, 10 de julho de 2014

A primeira vez que ouvi minha banda favorita!

Gente! Que saudades das postagens do Rotaroots! Nem acredito que fiquei tanto tempo sem fazer uma das blogagem coletiva proposta pela grupo, mas eis-me aqui mais uma vez e hoje vim falar sobre a primeira vez em que ouvi minha banda favorita! Esse é um tema lindo demais, mas também muito difícil, já que, como qualquer outra pessoa viciada em música, eu escuto um monte de bandas e escolher uma dentre elas é uma tarefa dificílima! Mas no fim das contas não teve jeito: não consegui não pensar no Panic! At The Disco! Na verdade, antes de fazer o post, eu estava achando que devia falar sobre o CD que mais gostava e não é que pensei no último CD da banda, o "Too Weird to Live, Too Rare to Die"? Pois é, tem jeito não, essa banda me pegou de jeito e não sai do meu ouvido. Não é à toa que já fiz um post falando sobre a banda e por isso o que vou falar aqui não é nenhuma novidade.


Créditos: panic at the disco
Escutei o Panic! pela primeira vez depois que uma amiga minha me perguntou se eu já tinha escutado "I write sins, not tragedies". Quando parei aqueles quase quatro minutos para escutar a música na Joven Pan foi o suficiente para me apaixonar. Lembro que na época tinha acabado de descobrir o youtube e ficava o tempo todo vendo o clipe da música (tudo bem que demorava MUITO mais para carregar, mas eu uma fã fiel!) e quando não escutava no computador, ficava o dia todo ouvindo rádio esperando a música tocar (na época meu mp3 tinha quebrado! #chatiada). A partir daí fiquei mesmo viciada na banda e fui descobrindo outras músicas, mas nunca deixei de escutar nenhuma das minhas favoritas, que até hoje estão nas minhas playlists. Eu me apaixonei pela banda pela qualidade da música deles, tanto no que diz respeito à melodia quanto à letra, sem falar que a cada CD eles só conseguem melhorar. Dá para perceber a mudança e a evolução da banda. E claro: tem a voz do Brandon... e que voz! Eu acho a voz dele é diferente, não adianta, e até agora não achei alguma parecida.


Créditos: panic at the disco
O mais engraçado é que eles não fazem tanto sucesso quanto outras bandas, além do que formam uma banda relativamente nova com músicos muito jovens, mas apesar disso não consigo vir aqui e dizer que eles não são minha banda favorita. Se não sei o que escutar, vou direto no CD deles. Se estou triste, vou na playlist deles e se estou triste também, rs. O Panic! é minha banda para todas as horas e não me canso de escutar! Não sei o que será de mim se um dia eu for num show deles... Mas terei que me preparar psicologicamente para esse dia, rs.

Embora o Panic! esteja no topo da lista não posso deixar de mencionar os lindos da banda One Republic, que é minha segunda banda favorita, o Nickelback, que marcou minha adolescência e que continua marcando os momentos mais lindos, Fall Out Boys que descobri depois do Panic! e o Hillsong, que na verdade é uma banda cristã que lota minhas playlists! (na verdade eu tinha mais umas 15 bandas para colocar aqui, mas né!)

Agora quero saber da banda favoritas de vocês! Qual delas também não sai do seu ouvido? 

terça-feira, 8 de julho de 2014

Sobre o mês de junho + favoritos

Pois é minha gente, esse mês de junho veio e passou e não tenho muitas novidades para compartilhar aqui com vocês. No mês passado finalmente apresentei a monografia, o que foi meio traumático, principalmente pelo fato da minha banca ter sido composta por três professores com doutorado. Agora você imagina eu lá na frente de três pessoas "superdotadas" tentando defender minha tese. Há tá, sente lá Cláudia! rs Foi mais ou menos assim (só que, infelizmente não eram autores que eu adoro):

Retirado do blog "Como eu realmente"
Depois do episódio traumático da apresentação da monografia, foi a vez do meu contrato de estágio acabar e o fantasminha do desemprego vir me assombrar. Mas quando menos esperava Deus me presenteou e acabei ficando no meu antigo estágio mesmo, mas como funcionária agora! #todoscomemora!


Foi em junho também que meu querido computador fez o favor de "quebrar" e em função disso tenho postado menos por aqui, já que tenho que contar com a paciência da minha irmã e do meu namorado que geralmente me emprestam seus notebooks! (meus agradecimentos à minha irmã Dandara que me emprestou o computador dela nesta linda manhã para que eu pudesse escrever este post!)

Nesse mês também completei 23 aninhos e tive duas festas surpresas, uma no estágio e outra na Igreja! Só posso dizer que sou extremamente grata ao Senhor pela vida de todos e por todo amor que eles me doam! Pena que por causa da operação eu não pude comer nenhum dos meus bolos ou das outras guloseimas das festas, rs.



Agora que já contei todos os acontecimentos de junho, é a vez dos favoritos do mês passado!


Kobo - eu tenho o Kobo há mais de um ano, mas acho que nunca o usei tanto quanto esse mês! Desde que comprei eu fiquei apaixonada pela facilidade de acesso à leitura, já que existem muitos livros que você consegue de graça, sem falar que você pode levar quantos livros quiser na bolsa e ela nunca ficará pesada, já que o Kobo é super leve (ele pesa 185 gramas!). É um aparelho que eu super recomendo para quem gosta de ler, apesar de muitas pessoas não abrirem mãe do bom e velho livro físico. Como eu não ligo muito e não gosto de acumular coisas, o Kobo foi uma benção, rs. P.S.: em breve farei a resenha da série Maze Runner, pela qual estou apaixonadíssima!



Happy - eu sei que essa música se tornou uma espécie de "modinha", mas é impossível negar que a música é mesmo boa. De acordo com o deezer eu estou "obcecada" por essa música e foi a que mais escutei esse mês, rs.




Criador do mundo - o novo CD da Daniela Araújo finalmente saiu! \o/ Eu esperava por isso há uns dois anos e não aguentava mais esperar por mais músicas de qualidade. A Dani é uma das cantoras cristãs que mais gosto e admiro. E é aquela coisa: as músicas são mesmo bíblicas. Foi sem dúvida o CD que mais escutei em junho!


Óleo Extraordinário Geléia Disciplinante - Tá. Eu sei que no último post eu falei sobre ele, mas a verdade é que ele foi mesmo um favorito desse mês e não passei um dia sem ele! 

E por hoje é só povo! Espero que julho traga boas coisas para todos nós e uma taça para nossa seleção, né!

Como foi o junho de vocês?



sábado, 5 de julho de 2014

Os produtos que eu tenho usado no cabelo

Olá pessoas! Hoje vim falar um pouquinho sobre como tenho tratado minha juba nos últimos tempos! Eu sei que a proposta do blog não é (e nem será) falar sobre beleza ou moda, mas acho legal compartilhar aqui minhas experiências com meu cabelo em transição. Para quem não sabe, transição é um "processo" pelo qual alguém passa depois que decide parar de fazer processos químicos para alisar o cabelo. Não só químicos, uma vez que, na maioria das vezes, a chapinha também entra na lista de "proibidos".

Pois bem. Estou em transição há oito meses e desde que tomei a decisão de parar de alisar meu cabelo eu comecei também a fazer o cronograma capilar, que nada mais é do que uma rotina de cuidados com o cabelo e pode ser resumida da seguinte forma: eu faço duas hidratações por semana e uma nutrição e reconstrução, alternando entre elas de acordo com as necessidades do meu cabelo (eu sei que está meio confuso, mas prometo que já estou reunindo informações para fazer um post só sobre o cronograma, explicando direitinho cada etapa). São esses os produtos que tenho usado:



1. Shampoo Cachos Definidos, Pantene - o shampoo é um dos "vilões" das meninas de cabelo cacheado. Isso por que ele abre as cutilas do cabelo e o resultado é a perda de hidratação e frizz. Pelo menos é o meu caso. Embora existam shampoos que não agridem muito o cabelo (os sem sulfato), eu continuo usando o comum mesmo e esse da Pantene é o único que não me deixa parecendo uma doida com o cabelo todo em pé depois que eu lavo o cabelo. Apesar de cada cabelo reagir de forma diferente, eu super recomendo esse shampoo, principalmente para quem está na transição e quer evitar ao máximo os efeitos chatinhos.Uma coisa importante: eu lavo meu cabelo com shampoo apenas três vezes por semana, nos dias em que eu faço hidratação e nutrição/reconstrução e aplico ele antes das máscaras!

2. Máscara de Hidratação Kanechon Ceramidas - esse creme é baratíssimo (6 dilmas por 5kg de creme) e tem efeitos maravilhosos! Uso ele, alternando a máscara de hidratação da Seda, duas vezes por semana. Aplico no banho mesmo e deixo por dois minutinhos. Já é o suficiente para fazer milagres no cabelo, pode acreditar.

3. Creme para pentar Keraforce Química, Seda - esse já é velho conhecido aqui do blog e até já apareceu num post de favoritos e é o que ele continua sendo: meu creme para pentear preferido. Nos últimos tempos é a única coisa que tem dado jeito na parte alisada do meu cabelo, deixado ele menos reto. Apesar disso ele não deixa o cabelo seboso e os fios pesados demais. O resultado é bem natural.

4. Condicionador Cachos Definidos, Pantene - eu comprei esse condicionador mais por causa do shampoo, já que tenho "nervoso" de usar o condicionador de marca e tipo diferente do shampoo, mas acabei gostando bastante desse da Pantene. Antes estava usando o condicionador da Natura para cabelos cacheados da linha Natura Sou e a impressão era de que o condicionador não fazia diferença nenhuma no meu cabelo. O condicionar da Pantene parece dar conta do recado e eu uso nos dias em que eu não faço hidratação e nutrição/reconstrução.

5. Máscara de reparação nutritiva, Pantene - essa é minha máscara de nutrição, embora eu ache que ela não é apenas de nutrição. Por isso, sempre que uso ela, coloco meia colher de azeite extra virgem ou de óleo de semente de uva, para dar uma "forcinha" na nutrição. Sempre que faço isso o resultado é visível.

6. Óleo Extraordinário Geléia Disciplinante, Elseve - esse é o salvador do meu cabelo em transição e meu favorito dessa lista. Eu já tinha visto inúmeros comerciais e resenhas falando muito bem do produto, mas sempre achei muito caro e no fundo não acreditava muito nesse "poder" todo. O problema é que a raiz do meu cabelo, com mais de quatro dedos, começou a me criar sérios problemas, mesmo com todo o cuidado que eu tinha. Não importava o que eu fizesse, a minha raiz sempre ficava com frizz demais e com um aspecto estranho por causa da parte lisa. Foi aí que decidi comprar esse produto maravilhoso e não  me arrependi. Ele fez tudo o que promete: controla o volume, elimina o frizz, nutre, dá brilho etc. Eu passo ele antes do creme para pentear e é essencial na minha rotina de cuidados. Uso todos os dias.

7. Máscara de hidratação Keraforce Química, Seda - uso esse creme alternando com o Kanechon, mas, sinceramente, prefiro este último, embora o da Seda também tenha bons resultados. De qualquer forma gosto de alternar entre as máscaras de hidratação.

8. Pente de madeira - pode parecer idiotice esse item estar aqui, mas vai por mim, ele faz toda a diferença. O pente de madeira diminui e muito o frizz. Sempre que penteava com algum pente de plástico meu cabelo parecia muito mais elétrico, o que não acontece com o de madeira. Não sei a explicação física, mas sei que funciona, rs.

Enfim, estes são meus queridinhos do dia-a-dia e que tem me ajudado durante a transição, principalmente agora que estou com mais de quatro dedos de raiz e a situação está insuportável, rs. Espero que as dicas possam ajudar mais alguém em transição! Em breve farei um post falando exclusivamente sobre a minha transição e sobre o estado do meu cabelo (já até cortei ele de novo)!

Mais alguém também está sofrendo com um cabelo meio "bipolar", metade encaracolado, metade liso?

Beijos!

terça-feira, 1 de julho de 2014

Os riscos da afeição


Domingo à noite foi o culto de despedida do meu pastor e de toda a família dele. Daqui a algum tempo todos estarão de volta à Angola. Preciso dizer que foi um dos momentos mais emocionantes e especiais da minha vida, muito embora tenha sido marcado pelo choro de uma igreja que ama de coração e alma seu pastor. Chorei feito criança pela falta que ele já faz.

Observar aqueles rostos molhados de lágrimas pela dor de uma saudade antecipada me fez pensar que esse tipo de sentimento e emoção são riscos que tomamos a partir do momento em que nos afeiçoamos por alguém.

A verdade é que quando permitimos que alguém tome parte da gente, nós nunca sabemos o que ela irá fazer com aquele sentimento devotado ou o que o destino é capaz de aprontar. A pessoa pode simplesmente ignorar o fato de que nos doamos a ela e daí vem uma série de possibilidades: traição, esquecimento, indiferença dentre outras inúmeras hipóteses em que nós saímos machucados. Tudo depende da importância dada pelo outro àquilo que nós doamos. Daí vem a antiga lição do Pequeno Príncipe: você é responsável por aquilo que cativa.

Ao longo dos meus poucos anos de vida isso se tornou bem claro para mim. Depois de algumas lágrimas derramadas e algumas noites sem dormir percebi que todos aqueles que me cativavam eram responsáveis por parte do meu estado de espírito, da alegria e tristeza também. Já parou para pensar nisso hoje? Que você é responsável pela felicidade de alguém que um dia você conseguiu cativar? Que uma atitude sua pode mudar o dia dessa pessoa? E não é só a ação da pessoa que pode nos assombrar, mas também acontecimentos supervenientes, como morte e a distância. E lá estamos nós de novo, inconsoláveis.

A verdade é que corremos esses riscos todos os dias.

Mas eu os vejo como um grande privilégio. Nos doamos ainda mais sabendo que podemos sofrer, por que junto com aquela chance que damos ao outro de nos fazer feliz, também entregamos nossa confiança e todas as nossas esperanças junto. Se esses riscos não existissem não haveria graça. (e nem vou tocar no assunto de que muitas vezes a mágoa e a tristeza servem de crescimento para qualquer tipo de relacionamento)

Dia desses estava pensando nessas possibilidades e quase me veio um pensamento sem sentido de que eu preferiria não me afeiçoar a ninguém ao invés de me machucar. Logo em seguida percebi que prefiro passar por todas as decepções de novo a não sentir amor por algumas pessoas. No fim das contas os "bônus" da afeição são muito maiores e mais valiosos do que aqueles "ônus" que vez em quando aparecem. E não adianta, as decepções virão, mas eu garanto que elas serão bem menos amargas pelo simples fato daquela afeição existir, por que o mais legal de se doar é que a gente não fica com uma parte faltando, por que o outro se torna parte da gente também. E isso nenhum risco é capaz de apagar.