"We are always on, always connected, always thinking, always talking. There is no time for stillness — and sitting in front of a frenetic computer all day, and then in front of the hyperactive television, doesn’t count as stillness. This comes at a cost: we lose that time for contemplation, for observing and listening. We lose peace." (Leo Babauta)
Há uns dois anos atrás conheci o blog Vida Organizada o que de fato mudou muito meu modo de enxergar as coisas. Mas não pense que lá só aprendi métodos de organização: foi no blog da Thais que descobri o minimalismo como estilo de vida e isso fez toda a diferença. O engraçado é que conheci o conceito logo depois do meu surto de consumismo e muitos dos posts do blog foi como um soco no meu estômago. Mas também aprendi que ser minimalista não significa apenas "ter poucas coisas", que é o que muitos pensam, mas significa tomar atitudes diferentes num mundo frenético, como parar e desacelerar o ritmo, por exemplo. O problema é que temos tanto o que fazer que achamos que se nós desacelerarmos nosso ritmo o mundo que nós constantemente carregamos nas costas vai ruir. E daí a gente não para.
Há duas semanas atrás eu estava exatamente dessa forma: estava em cima com o prazo da monografia, mas também tinha que estudar para as provas da faculdade além de fazer alguns trabalhos. Sem falar nos compromissos para o estágio. Estava dormindo mal, comendo mal por falta de tempo, sem falar do estresse. Também passava mal constantemente por causa das pedras na vesícula, mas sempre pensava: não posso dar atenção a isso agora, tenho coisas mais importantes para fazer.
Mas a vida tem de suas ironias: exatamente na semana de provas, entregas de trabalho e prazo final para a monografia eu me encontro internada num hospital prestes a fazer uma cirurgia. Para completar precisaria ficar duas semanas em casa. A primeira coisa que eu pensei quando o médico avisou que eu precisaria ficar no hospital foi: "MINHA MONOGRAFIA, o que eu vou fazer?" Quase enlouqueci de preocupação no início, mas depois eu percebi que, além de não poder fazer nada, tratava-se da minha saúde. No fim das contas consegui adiar o prazo da monografia e resolvi os outros problemas. Para minha surpresa o mundo não acabou.
Às vezes é preciso que uma coisa dessas aconteça para nos alertar sobre o modo como estamos vivendo nossa vida, para nos lembrar de que precisamos parar e ter momentos de quietude, de silêncio. Nos lembra das nossas prioridades. Às vezes precisamos desacelerar para termos paz ou simplesmente para cuidar de nossa saúde. Temos que desligar o som dessa mundo tão barulhento e olharmos para dentro. Acho que nós, humanos, reclamamos muito que não possuímos paz, quando na verdade ela depende mais de nós do que do mundo que nos rodeia.
Há duas semanas atrás eu estava exatamente dessa forma: estava em cima com o prazo da monografia, mas também tinha que estudar para as provas da faculdade além de fazer alguns trabalhos. Sem falar nos compromissos para o estágio. Estava dormindo mal, comendo mal por falta de tempo, sem falar do estresse. Também passava mal constantemente por causa das pedras na vesícula, mas sempre pensava: não posso dar atenção a isso agora, tenho coisas mais importantes para fazer.
Mas a vida tem de suas ironias: exatamente na semana de provas, entregas de trabalho e prazo final para a monografia eu me encontro internada num hospital prestes a fazer uma cirurgia. Para completar precisaria ficar duas semanas em casa. A primeira coisa que eu pensei quando o médico avisou que eu precisaria ficar no hospital foi: "MINHA MONOGRAFIA, o que eu vou fazer?" Quase enlouqueci de preocupação no início, mas depois eu percebi que, além de não poder fazer nada, tratava-se da minha saúde. No fim das contas consegui adiar o prazo da monografia e resolvi os outros problemas. Para minha surpresa o mundo não acabou.
Às vezes é preciso que uma coisa dessas aconteça para nos alertar sobre o modo como estamos vivendo nossa vida, para nos lembrar de que precisamos parar e ter momentos de quietude, de silêncio. Nos lembra das nossas prioridades. Às vezes precisamos desacelerar para termos paz ou simplesmente para cuidar de nossa saúde. Temos que desligar o som dessa mundo tão barulhento e olharmos para dentro. Acho que nós, humanos, reclamamos muito que não possuímos paz, quando na verdade ela depende mais de nós do que do mundo que nos rodeia.
É assim mesmo, Luanda. O mundo não vai ruir. É só fazer "as primeiras coisas (ou seja, as principais, mais importantes) primeiro". :)
ResponderExcluirE aí, já testou o Spotify?
abraços
Renato
Caramba! Ainda não consegui testar! Com essa correria toda tá tenso! Mas de hoje não passa! rs
ResponderExcluirConheço o blog vida organizada, acho legal as dicas lá.
ResponderExcluirMelhoras pra você!! e como você disse, primeiro a saúde né! depois você termina a monografia e entrega... e se eles não deixarem... sempre tem o próximo semestre
É verdade! Depois disso tudo aprendi uma lição! Até por que sem saúde a gente não consegue fazer nada né :/
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