sábado, 31 de maio de 2014

Eu e minhas esperanças amargas

Créditos: messed--mind
Às vezes eu penso que você tem a capacidade especial de apertar um botão de reset em mim e me fazer esquecer das outras vezes. Aquelas em que eu esperava um pouco mais e o que tive foi bem menos do que já tinha. Por mais que meu orgulho batesse a porta na tentativa de lembrar que eu me devia alguma coisa, bastava seu simples tom de voz para me apagar de novo. Eu tenho a capacidade de acreditar repetidamente. Acreditar que "dessa vez vai ser diferente", só que num estilo ainda mais platônico. Não enxergo até onde isso é saudável, se nem eu entendo o por quê de tanta esperança depois de tudo. Depois de promessas quebradas e o pior: a indiferença estampada nas suas constantes ausências. É tudo tão claro para mim e de forma tão repetitiva , que me pergunto do por quê dos poucos e pequenos retornos. Por quê me manter por perto quando a sua única vontade é ir embora? Ainda mais escondido é o motivo pelo qual eu escolho voluntariamente estar por perto, à espera da sua volta, quando o que há em mim são as consequências do seu vazio. No fim acabo me sentindo sua prisioneira, por que sei que, enquanto você decidir continuar voltando às vezes, eu vou continuar aqui. E também me questiono se, de alguma forma, ainda que você nunca mais retorne, minha esperança seja tamanha, que me faça simplesmente ficar à sua espera, ainda que o tempo e a vida passem. E podem passar milênios. Eu jamais entenderei o sentimento que ancora essa eterna espera inconsequente.

domingo, 25 de maio de 2014

Um pouco sobre minimalismo

"We are always on, always connected, always thinking, always talking. There is no time for stillness —  and sitting in front of a frenetic computer all day,  and then in front of the hyperactive television, doesn’t count as stillness. This comes at a cost: we lose that time for contemplation, for observing and listening. We lose peace." (Leo Babauta)

Há uns dois anos atrás conheci o blog Vida Organizada o que de fato mudou muito meu modo de enxergar as coisas. Mas não pense que lá só aprendi métodos de organização: foi no blog da Thais que descobri o minimalismo como estilo de vida e isso fez toda a diferença. O engraçado é que conheci o conceito logo depois do meu surto de consumismo e muitos dos posts do blog foi como um soco no meu estômago. Mas também aprendi que ser minimalista não significa apenas "ter poucas coisas", que é o que muitos pensam, mas significa tomar atitudes diferentes num mundo frenético, como parar e desacelerar o ritmo, por exemplo. O problema é que temos tanto o que fazer que achamos que se nós desacelerarmos nosso ritmo o mundo que nós constantemente carregamos nas costas vai ruir. E daí a gente não para.

Há duas semanas atrás eu estava exatamente dessa forma: estava em cima com o prazo da monografia, mas também tinha que estudar para as provas da faculdade além de fazer alguns trabalhos. Sem falar nos compromissos para o estágio. Estava dormindo mal, comendo mal por falta de tempo, sem falar do estresse. Também passava mal constantemente por causa das pedras na vesícula, mas sempre pensava: não posso dar atenção a isso agora, tenho coisas mais importantes para fazer.

Mas a vida tem de suas ironias: exatamente na semana de provas, entregas de trabalho e prazo final para a monografia eu me encontro internada num  hospital prestes a fazer uma cirurgia. Para completar precisaria ficar duas semanas em casa. A primeira coisa que eu pensei quando o médico avisou que eu precisaria ficar no hospital foi: "MINHA MONOGRAFIA, o que eu vou fazer?" Quase enlouqueci de preocupação no início, mas depois eu percebi que, além de não poder fazer nada, tratava-se da minha saúde. No fim das contas consegui adiar o prazo da monografia e resolvi os outros problemas. Para minha surpresa o mundo não acabou.

Às vezes é preciso que uma coisa dessas aconteça para nos alertar sobre o modo como estamos vivendo nossa vida, para nos lembrar de que precisamos parar e ter momentos de quietude, de silêncio. Nos lembra das nossas prioridades. Às vezes precisamos desacelerar para termos paz ou simplesmente para cuidar de nossa saúde. Temos que desligar o som dessa mundo tão barulhento e olharmos para dentro. Acho que nós, humanos, reclamamos muito que não possuímos paz, quando na verdade ela depende mais de nós do que do mundo que nos rodeia.

terça-feira, 20 de maio de 2014

Resenha: A Seleção, A Elite e A Escolha

Créditos: Alice H.

Olá pessoas! Como eu disse, estou aproveitando o tempinho livre para ler! E na última semana que passou consegui terminar a série "A Seleção" da Kiera Cass.

A história do livro se passa, também, num futuro alternativo em que os EUA, depois de perder uma guerra para a China e ser tomado pelo país, consegue sua independência e passa a se chamar Iléa, uma monarquia em que a sociedade é dividade em oito castas diferentes. Obviamente a casta Um é composta pela nobreza, enquanto na Oito encontram-se pessoas que vivem em extrema pobreza. 

A personagem principal é America, uma menina de dezessete anos da casta Cinco, que, apesar de ser composta por artistas de todo tipo (músicos, pintores, escultores etc.) é uma casta marcada por constantes necessidades. Devido à situação financeira complicada de sua família, a mãe de América a "obriga" a participar da Seleção, evento em que trinta e cinco meninas da plebe são escolhidas e levadas ao palácio real para assim disputar o coração do príncipe Maxon, tornando-se princesa e futura rainha de Iléa. Pensando que não seria escolhida, America se inscreve e sua vida acaba mudando quando seu nome é anunciado como uma das selecionadas para participar da disputa. A partir daí ela precisa enfrentar um coração confuso, rebeldes invadindo o palácio e a inimizade das outras meninas.

Em "A Elite", America continua no palácio, para sua surpresa, e ainda precisa enfrentar suas dúvidas, além de sofrer com a indefinição de Maxon enquanto cumpre as tarefas da Seleção. No último livro, "A Escolha", ainda no palácio, ela descobre mais sobre si mesma enquanto acaba criando inimizado com o próprio rei de Iléa! 

Confesso que fiquei meio desconfiada no início com o tema do livro. Para mim parecia um pouco machista e retrógrado. Mas depois entendi o objetivo da Kiera com aquilo tudo: o livro trás um conto de fadas moderno e no fim das contas não é nada machista. A leitura é fácil e muito boa. Os personagens são bem construídos e achei as descrições da autora fantásticas! No fim das contas foi a leitura mais agradável que eu tive nos últimos tempos e faço questão de comprar os livros para ter e ler de novo (na maioria das vezes eu leio no meu kobo!).

Sei que para alguns a leitura parece ser meio bobinha e superficial, já que, como eu disse, é um conto de fadas moderno. Mas para mim isso não foi problema algum! Eu amo ler e a sensação que a leitura me dá, de ir para um outro lugar, de fazer parte da história. Quando encontro uma história feliz, eu acabo me contagiando mesmo e foi isso que aconteceu com os três livros da Kiera. Para mim foi um presente, principalmente por causa da coisa toda da cirurgia. Enfim, vale muito a pena ler os três livros e se você é que nem eu, vai sentir falta quando chegar no fim! rs Estou torcendo para que eles façam um filme ou um seriado!

Alguém aí também leu?

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Das coisas que minha mãe dizia e eu nunca fazia...

"Menina, você precisa marcar logo a cirurgia para tirar as pedras da sua vesícula senão você vai arranjar um problema pior hein!"

Pois é minha gente, e não é que eu realmente consegui complicar? Minha mãe falou, falou, mas nada de eu tirar a pedra na vesícula. Não tinha tempo. Só que a pedra se multiplicou e a primeira pedrinha virou um pedregulho! Resultado: sábado fui internada para debelar a infecção da minha vesícula e terça operei e tirei ela todinha, junto com as pedras :( E esse também é o motivo do meu sumiço! No hospital não tinha internet e quando cheguei em casa, na quarta, ainda não estava muito legal para ficar sentada o tempo todo! Mas hoje, como já estou melhor e não estava aguentando de saudades daqui, resolvi pelo menos me explicar!

Provavelmente os posts virão com menos frequência, já que os que eu tinha programado para esse mês envolviam fotos e um trabalinho a mais que não poderei fazer! Mas não tem problema, eles ficarão para depois! Uma coisa boa é que com o tempinho de sobra estou lendo que nem uma doida e poderei fazer mais resenhas :)

Por hoje é só! Mil desculpas pelo sumiço! Estarei de volta assim que puder! Beijos 

sábado, 10 de maio de 2014

Coisas que todo mundo ama e eu odeio

E hoje vamos com mais Rotaroots! Dessa vez vim compartilhar com vocês coisas que todo mundo gosta, mas eu, do contra, odeio! 


Calor - nada melhor para me deixar muito irritada do que o calor. Quer me ver acordar com mau-humor e passar o dia assim? Me acompanhe num dia muito quente e você verá a fúria de Luanda, rs. Em dias assim eu devo amaldiçoar o calor umas vinte vezes e quase faço uma dancinha da chuva, rs. Sinceramente, sou assim desde criança e sempre preferi dias frios e com chuva. Quando o verão se aproxima já começo a ficar desesperada: essa estação significa falta de ar, desidratação e eu derretendo a cada passo.



Carne - isso não é novidade aqui no blog! Nunca fui fã de carne e há seis meses atrás parei de comer carne, seja ela branca ou vermelha. Muitos me perguntam como eu vivo e como eu consigo ir para churrascos sem comer carne, mas para mim é bem simples! É como você levar alguém que detesta massas para um rodízio de massas! Não gosto mesmo e não sinto a menor falta!

Créditos: lipstickconer.com

A culpa é das estrelas - falar isso é uma blasfêmia né? Mas por favor não me matem! Acho que é o primeiro livro de sucesso que eu realmente não gostei e não sinto a menor vontade de ler. Na verdade eu cheguei a ler os primeiros capítulos, mas a história me deprimiu tanto que eu parei de ler. Não sei se é por que eu sempre me envolvo muito com livros ou se é por que a atmosfera dele que é triste mesmo. Tenho amigos que não se conformam com isso, mas acho que foi mais pessoal, por ter achado muito deprimente. Não gostei mesmo.


Comédia no estilo "besterol americano" - esse tipo de filme é outra coisa que me irrita. Não que eu não goste de nenhuma comédia, mas acho que aquelas tipo "American Pie" têm piadas desnecessárias e idiotas. Sem falar da forma que apresentam os personagens. Acho que eles apelam para ser tentar tirar alguma rizada do público.


Samba e derivados - essa também pode ser uma blasfêmia, dependendo da pessoa. Nunca gostei de samba. Pagode então, nem se fala. 

Carnaval - também já falei sobre isso no blog e por favor não me condenem. Odeio esse feriado do ano e nunca vou em festas ou blocos. Se pudesse sairia do Rio para me isolar na serra com silêncio e paz, rs.

Aí você lê essa lista aqui em cima e pensa que eu sou uma velha né? hahaha Mas juro que eu sou normal e que me divirto com as coisas que eu gosto. No início achei que eu não ia conseguir escrever a lista, mas depois vi que "odiava" bastante coisas que as pessoas gostam. Só espero que as pessoas não me odeiem depois de tornar isso público, rs!

Beijos!

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Sobre a série e o filme Divergente (uma quase-resenha)

Créditos: wiltingwildflower
Hoje finalmente terminei de ler a série mais falada dos últimos dias! Eu comecei a ler Divergente ano passado, quando vi que iam lançar mais um filme baseado em livro. Não resisti, até por que se eu visse o filme ia acabar querendo ler a série e prefiro ler as histórias primeiro! Assim que vi o trailer do filme consegui uma versão em epub para ler no meu Kobo!

Para quem nunca leu, Divergente conta a história de uma cidade num futuro alternativo onde a sociedade se organiza em facções: Audácia, Franqueza, Amizade, Erudição e Abnegação. Cada uma delas possui uma função essencial para a sociedade, que deve seguir à risca as regras de cada facção. No primeiro livro a personagem principal, Beatrice (Tris), que faz parte da Abnegação, precisa passar pelo teste de aptidão que determinaria a qual facção ela deverá pertencer nos próximos anos. O único problema é que o teste dela é inconclusivo, o que significa que ela é Divergente. A partir daí a história se desenrola  e eu não vou falar mais nada por que tenho medo de contar spoilers :x

Eu acabei demorando bastante para terminar de ler a série, até por que quando eu havia finalizado o segundo livro o último ainda nem tinha lançado no Brasil e quando ele foi lançado eu estava sem dinheiro para comprar. Depois de meses de espera e ansiedade finalmente consegui uma versão em epub :)

Minhas impressões: eu achei que o livro segue a linha de "Jogos Vorazes" (o que não é problema) por que além de descrever um futuro "meio apocalíptico" é um livro com muita ação, ou seja, esqueça os romances calmos de Nicholas Sparks, rs. O fato de ter partes, muitas partes, com ação não atrapalha nem um pouco, até por que eu gosto bastante de livros assim e as descrições são muito bem feitas. É óbvio, no entanto, que tem romance no meio e nesse sentido o livro me irritou um pouquinho. Achei que as cenas de romances eram MUITO melosas, demais mesmo, rs. Não sei se a autora quis contrabalancear as partes mais violentas do livro ou se quis atrair ainda mais o público feminino, enfim, achei que ela exagerou no "mel".

Outra coisa que me incomodou um pouquinho foi o próprio sistema de facções. Eu não conseguia entender como ele se sustentava, sendo tão restrito, sem que as pessoas não se questionassem e se rebelassem. Isso fica um pouquinho mais explicado no terceiro livro, mas vou ser sincera, essa explicação não desceu muito bem. Acho que algumas coisas ficaram sem explicações razoáveis. Às vezes dava a sensação de que a autora pensava que ela poderia escrever o que quisesse, já que se trata do gênero ficção, sem que os leitores questionassem.

Apesar dessas críticas, juro que fiquei viciada pelos livros e cheguei a torcer para que o trânsito parasse só para ter mais um tempinho de leitura. Eu achei a narrativa clara e objetiva, sem muitas enrolações e descrições super longas. O que mais me incomodou de fato foram os momentos de romance, por que no, fim das contas, a história não fazer tão sentido não foi um impedimento, até por que às vezes é bom a gente sair um pouquinho da realidade e do lógico! Eu super recomendo mesmo! 

Daí que no dia 27 do mês passado assisti o filme, que não é dos piores. Algumas pessoas reclamaram que o filme está completamente diferente do livro, mas não achei. Claro que existiram coisas completamente diferente e que me irritaram, mas na maior parte do filme achei bastante fiel, na medida do possível. Acho que depois de tantas decepções com filmes baseados em livros (o que foi Percy Jackson?) eu aprendi a esperar menos deles. Já vou assistir sabendo que haverão alterações. O que não consigo perdoar é o final, que ficou completamente diferente do que está no livro. Ainda assim é um filme bom, com um bom roteiro e produção, só não gostei muito da atriz escolhida para interpretar a Tris. Mas tirando minha implicância com a protagonista é um filme que vale a pena ver :)

P.S.: essa foi a primeira "resenha" de livro que faço aqui no blog e espero que vocês gostem, por que é a primeira vez que faço isso! Já estudei esse gênero no colégio, mas como isso tem anos eu não lembro dos aspectos técnicos de uma resenha, por isso me perdoem se fiz algo errado! Ha! Se escrevi algum termo de "Divergente" errado, ignorem: li o primeiro e o segundo livro com traduções alternativas, as facções até tinham nomes diferentes, como Sinceridade e Destemor!

Vocês já leram os livros ou viram os filmes? O que acharam?

segunda-feira, 5 de maio de 2014

5 amores platônicos famosos

Eis-me aqui, e no comecinho de maio, para responder à mais uma blogagem coletiva proposta pelo grupo mais lindo do facebook: o Rotaroots. Pode parecer milagre, mas não é, estou mesmo tentando seguir a listinha das minhas metas para os últimos meses de faculdade (sinceramente acho que postar no blog é o que estou seguindo com mais disciplina!).

Enfim, hoje vim responder ao Meme proposto e vou falar citar 5 famosos pelos quais eu tive ou poderia ter um amor platônico. Dessa vez não foi nem um pouquinho difícil de escolher, hehe.


Spencer Ried (Criminal Minds) - eu amei o personagem na primeira vez que assisti Criminal Minds! O Reid além de ter um QI de 187 possui uma inocência linda, além de ser tímido e atrapalhado. Ainda é sensível, apesar de lidar com tanta violência. Quando ele sofre a gente sofre junto! Ele é um típico nerd, ou seja, não tem como não se apaixonar por ele!


Peeta Mellark (Jogos Vorazes) - desde a primeira vez que o Peeta apareceu no livro eu fiquei apaixonada pelo personagem e nunca preferi o Gale! No segundo livro só consegui ser mais surpreendida pelo Peeta e a capacidade dele de se doar para a Katniss. Ele é o típico "azarão", o "patinho feio" por quem todo mundo se apaixonada e torce para ficar com a mocinha no final. Esse é Peeta Mellark.



Rony Wealey (Harry Potter) - acho que ele dispensa explicação, afinal, é o Rony e sempre gostei mais dele do que Harry, não sei por que. E, ao contrário de muitas amigas minhas, sempre torci para que ele ficasse com a Hermione! Tudo bem que ele vacilou algumas vezes, é atrapalhado, distraído, mas tem como resistir? Não, não tem!


Dawson Leery - eu sei que o Pacey está aqui embaixo e que o Dawson é imaturo, indeciso, lerdo, medroso e complicado, muito complicado. E é exatamente por isso (e pelas outras coisas) que eu me apaixonaria por ele. Fazer o que.


Pacey Witter - deixei ele por último por que quando comecei a ver o seriado, aos 13 anos, eu realmente tive uma "paixonite platônica" pelo Pacey, de tão maravilhada que fiquei com o personagem. Daí sismei que meu futuro namorado/noivo/marido tinha que ser que nem ele. Para mim é o "mocinho" (que nem é tão mocinho assim) mais perfeito de todos!

Acho que depois do post sobre os personagens que eu gostaria de ser, algumas escolhes aqui se tornaram meio óbvias né, mas eu não consegui evitar >< Preciso dizer que estou amando fazer as blogagens coletivas do Rotaroos e ler os posts de outras pessoas!

P.S.: de todas as paixões platônicas, reais e estranhas, a que mais valeu a pena foi pelo Sr. Mateus Monedeiro, que definitivamente roubou meu coração e de quebra ainda são todos esses personagens dos meus sonhos juntos :)

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Os discos/CD's da minha vida!

Antes tarde do nunca né? Tudo bem, esse foi um prazo que extrapolei, mas gostei tanto do tema que não resisti! E só foi um diazinho! Enfim, essa é mais uma blogagem coletiva proposta pelo grupo Rotaroots e fiquei apaixonada pelo tema de abril: os CD's que marcaram minha vida. Tenho que confessar que fiquei meio apreensiva com essa lista por que já sabia que não ia ser assim tão fácil escolher apenas alguns! Para facilitar decidi tentar seguir uma ordem cronológica, já que a música faz parte da minha vida!


Mulheres Apaixonadas Internacional - pois é minha gente, esse é o primeiro CD da lista. Mas deixa eu explicar: ele foi extremamente importante para descobrir meu estilo musical. A verdade é que cresci numa casa onde só tocavam apenas dois tipos de música: música italiana, por causa do meu pai que é italiano, e música popular brasileira, por causa da minha mãe que é uma aficionada em mpb. Até então nenhuma delas tinha despertado meu gosto pela música até que essa novela começou a passar e o CD virou febre. Minha melhor amiga comprou e foi aí que o mundo se abriu: o CD tinha músicas do Santana, Norah Jones, Matchbox 20, Maná, Bon Jovi e Avril. A partir daí passei a procurar outras músicas dos mesmos artistas, além de descobrir o rock, que sem dúvida é o estilo musical que mais gosto. Posso dizer, sem dúvidas, que meu vício em música começou por causa desse CD, por mais que isso soe estranho!


Avril Lavigne, Let it Go - depois que escutei "I'm with you" da Avril fiquei apaixonada por ela, que já era uma febre entre os adolescentes. A coisa só piorou quando a mesma melhor amiga do CD das Mulheres Apaixonadas (thanks, Claris!) resolveu fazer uma cópia do "Let it go" pra mim. Na época eu cheguei a brigar com meus pais para poder escutar ele no único rádio que tínhamos em casa. Engraçado que escutei (e ainda escuto) esse CD ao longo das fases que se seguiram e todas as músicas tem alguma história. Esse marcou mesmo!


Nickeback, Silver Side Up - o Nickelback eu descobri no programa TVZ, da multishow, quando vi o clipe de "Someday". Assim como minha melhor amiga, fiquei apaixonada pela música e pela banda. Eu não cheguei a ter esse CD, mas garanto a vocês que ficava horas ouvindo a rádio Cidade e Jovem Pan esperando as músicas tocarem para gravar em uma fita cassete! Pois é. Vícios extremos requerem atitudes extremas! Hahahaha Um dos momentos mais felizes da minha vida foi poder cantar algumas músicas desse CD ao lado da minha melhor amiga no show do Nickelback ano passado no Rock'n Rio. Pode acreditar, eu chorei e gritei feito uma louca! #sonho


Evanescence, Fallen - esse CD roubei da minha irmã que estava passando por um vibe meio rockeirinha, mas depois desistiu. Melhor para mim que fiquei apaixonada pela voz da Emily e pelo rock mais pesado do Evanescence. De tanto escutar acabei decorando as músicas e adorava ficar cantando "Bring Me To Life" haha


Pitty, Admirável Chip Novo - a Pitty é uma das poucas cantoras brasileiras que eu gosto. Eu escutei esse CD durante anos e sei as músicas decoradas até hoje! Esse eu também ganhei da minha amiga, que me fez uma cópia :)



Avril Lavigne, Under My Skin - mais um da Avril, por que ela é super diva e fará um show aqui no Rio, no qual não poderei ir por que sou pobre e meu coração está quebrado por isso :( Ok. Deixando minhas lamentações de lado, aqui temos o segundo CD de sucesso da Avril. E esse eu tive mesmo por que juntei dinheiro para comprar a cópia baratinha que vendia atrás do shopping que fica perto da minha casa (hehe!). Sinceramente não sei como esse CD não ficou gasto, já que eu escutava todos os dias, duas ou três vezes. Ha! Nessa época eu não precisava mais brigar com meus pais, já que praticamente roubei o microsystem da minha irmã :)


Linkin Park, Meteora - pois é. Mais um CD roubado da minha irmã rica, hahaha! Foi outro CD que ela tinha deixado de lado e acabou ficando aqui em casa. Acho que esse foi meu ápice de amor ao rock, quando percebi que não existia nenhum estilo melhor que ele. Eu escutava esse CD durante horas no Sega Saturno que tínhamos em casa (minha irmã tinha levado o microsystem :/ ). É um dos CDs que mais escuto até hoje e que me dá calafrios quando ouço, de tão bom que é! Pena que o Linkin Park mudou bastante o estilo deles :(


Creed, Weathered - esse foi um CD que escutei sem querer, por que escutava as músicas deles mais nas rádios, nas minhas fitas gravadas e em outros CDs de trilhas sonoras. Mas não se engane. As músicas desse CD marcaram e muito minha adolescência e hoje em dia o Creed não fica fora de nenhuma playlist que eu monte.



Britney Spears, In The Zone - ok, ok. Esse é um tipo de "guilty pleasure" e sai completamente do estilo dos outros CDs (adolescência é uma coisa linda!), mas fazer o que. Até cheguei a gravar algumas músicas na minha fitinha! Mas foi coisa de fase mesmo, hoje em dia não curto Britney.


Gwen Stefani, Love. Angel. Music. Baby. - outro CD que também não é rock, mas que, ao contrário do "In The Zone", ainda é um dos meus favoritos. Apesar de gostar mais de rock eu escuto de tudo um pouco e uma das cantoras pop que mais gosto é a Gwen Stefani. Para mim esse é o CD mais legal dela. Não me canso de ouvir "Rich Girl" e "Hollaback Girl". Ficava torcendo para o clipe dessas músicas passar no TVZ e escutava o CD na Rádio Terra.


System of a Down, Mesmerize - mais uma banda que eu descobri no TVZ (pois é gente, eu não tinha tanto acesso à internet e só descobria músicas novas na rádio e na TV haha!). Quando vi o clipe de "B.Y.O.B." eu me perguntei por que nunca tinha escutado essa banda antes. Não era só a melodia das músicas, mas a voz do Serj Tankian e as letras da músicas, que são incríveis. Sem falar do rock deles, que é de outro nível. Escutei o CD todinho no mesmo dia também na Rádio Terra. 


Panic! At The Disco, A Fever You Can't Sweat Out - acho que nem preciso comentar muito aqui, já que o Panic já assunto para posts aqui no blog há tempos! Foi o primeiro CD deles que escutei e depois disso virou paixão! Vocês já sabem da minha história com essa banda linda né?


Fall Out Boy, From Under The Cork Tree - descobri a banda um pouquinho depois do Panic! e acabei me viciando da mesma forma. Só sei que uma semana depois já tinha baixado a maioria das músicas e acordava ao som de "Dance, dance", que mandava para longe qualquer indício de tristeza. Eles também farão show no Brasil esse ano, mas como eu já disse estou pobre e não poderei ir! #chatiada2

Galera, a lista continua, e muito. Infelizmente não conseguirei colocar todos os CDs que marcaram e ainda marcam minha vida :( Aqui estão os CDs que mais escutei até o ano de 2006, de forma resumida hahaha! Desculpem se acabei falando demais na descrição dos CDs, mas é que não consigo falar em música sem falar da minha vida, já que ela é uma coisa tão presente. Mas aguardem que farei um segundo post sobre os CDs que marcaram minha vida e quem sabe conseguirei terminar!

Beijos!